Friday, March 6, 2009

VIVENDO ALÉM DAS APARÊNCIAS

ALÉM DAS APARÊNCIAS

 

Apocalipse 3:17-18. “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e unjas os olhos com colírio, para que vejas”

 

 

A Igreja do Senhor tem sido alertada: “Sabe porém isto: nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos, porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto  natural, irreconciliáveis, caluniadores, incotinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, TENDO APARÊNCIA DE PIEDADE, mas negando a eficácia dela. Destes AFASTA-TE. (2 Tm. 3:1-5)”

 

Sabendo desta verdade, a Igreja precisa de discernimento para identificar os lobos que nos vêm travestidos de ovelhas. Mas como identificar estes que tem APARÊNCIA e não são?

A Palavra de Deus nos diz que não devemos atentar para a aparência, porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração (I Sm. 16:7). Em outras palavras: O que pensamos que é, só Deus realmente sabe se é. O que vemos não é suficiente para conhecermos.

 

A preocupação em conhecer não se restringe somente aos outros, pois que nem ainda a nossa própria visão acerca de nós mesmos é confiável, pois nos diz a Bíblia que enganoso é o coração do homem, quem o conhecerá. (Jer. 17.9).

Vemos no texto base deste estudo que dentro da Casa de Deus existem crentes pensando que são ricos espiritualmente e que de nada têm falta, quando na verdade o seu estado é bem diferente (pobre, miserável, cego e nu). A visão que têm de si mesmo é uma e outra é a que o Senhor vê neles. Estes também precisam de discernimento, de conhecer, mas, muito mais de se conhecer.

Necessário se faz, desta forma, submeter alguém ou nós mesmos a um raio-x de Deus para verificar se as intenções e motivações estão no centro da vontade de Deus.

 

 

1. O PERIGO DA APARÊNCIA.

 

Na limitação da nossa visão, cometemos equívocos. O profeta Samuel, na passagem descrita em 1 Samuel 16:1-13, foi enviado por Deus para ungir um dos filhos de Jessé, o belemita, rei sobre Israel. Ao ver Eliabe, um dos oito filhos de Jessé,  Samuel pensou: “… Certamente está perante o Senhor o seu ungido (versículo 6)”.

Mas Eliabe não passou no raio-x de Deus. Tendo o Senhor falado a Samuel: “Não atentes para sua aparência, nem para altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração (versículo 7).

            Samuel era um profeta acostumado desde a meninice a ouvir a voz de Deus; um servo que seguia exatamente o mandar de seu Senhor e que nada fazia sem antes consulta-lo. Apesar de todo o seu preparo espiritual Samuel precipitou-se ao ter um preconceito acerca de Eliabe, pensando ser ele o escolhido para reinar sobre Israel, motivado pela aparência.

PARECIA QUE ELIABE ERA, MAS NÃO ERA!

 

            Muitos em nossos dias têm cometido equívocos por confiarem na aparência exterior. Ouvi um caso em que um suposto pregador itinerante chegou até uma de nossas igrejas e apresentou-se ao pastor que lhe deu oportunidade para pregar no culto festivo à noite. O desempenho eloqüente do pregador promoveu histeria e admiração por parte da igreja. Após o culto o homem pediu ao pastor para dormir nas dependências do templo, não tendo o pastor colocado objeções. Resultado: Na manhã do dia seguinte o pseudo-pregador tinha ido embora levando consigo equipamentos de som que a igreja a muito custo havia adquirido.

            Aquele homem parecia um pregador, mas não era. A sua eloqüência foi suficiente como credencial, como carta de recomendação e suas intenções escusas não foram detectadas pela igreja.

 

Paulo aconselhando a Timóteo acerca do perfil de um verdadeiro diácono recomenda: “E também estes (candidatos a diáconos)  sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis.” (1 Tm. 3:10). Recomenda ainda: “ A ninguém imponhas precipitadamente as mãos… (1Tm 5:22 a)

 

 

Devemos submeter tudo e todos ao exame de Deus e agir com prudência. A Palavra de Deus diz: “O simples dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.” (Prov. 14:15).

Jesus nos recomendou que devemos ser prudentes como as serpentes, pois que somos enviados como ovelhas ao meio de lobos. Prudência e cautela devem ser nossas ferramentas ao lidarmos com pessoas, especialmente as que conhecemos apenas superficialmente.

Disse um pregador, certa feita, que só podemos afirmar que conhecemos de fato alguém quando comermos juntamente com ela uma saca de sal. Imagine você: Uma pitada hoje, amanhã outra… Certamente muitos dias, ocasiões e experiências vividas embaixo do mesmo teto terão passado até que se esgote uma saca de sal de 30Kg. Tempo suficiente para analisarmos os frutos na vida daquela pessoa e verificar como se porta ante as situações que se apresentam e assim ter uma idéia de seu caráter cristão.

Só Deus vê as intenções mais íntima e só Ele pode nos dá o diagnóstico final.

           

Dizem que a primeira impressão é a que fica. No nosso caso a impressão que deve ficar é a que Deus revela através do discernimento do Espírito e até que este dom se manifeste na Igreja, devemos com cautela analisar os frutos para ter idéia da árvore com a qual estamos lidando, sob pena de, se negligenciarmos este cuidado, entregar pérolas aos porcos e terminar se lameando.

 

 

2. O PERIGO DA AUTO-SUFICIÊNCIA.

 

            No livro de Apocalipse, capítulo 3, O senhor Jesus descreve um raio-x da Igreja de Laodicéia e o resultado é surpreendente. Vejamos: “Eu  sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes:Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e unjas os olhos com colírio, para que vejas”

 

A visão que a Igreja de Laodicéia  tinha de si mesma estava equivocada. Pensava ser rica e pomposa; pensava está numa posição privilegiada; pensava está sobejando em tudo e não ter falta de absolutamente nada. Quando foi submetida a avaliação do Senhor Jesus, foi surpreendida com a noticía de que há muito tinha colocado Jesus do lado de fora de sua vida, pois que Jesus diz no verso 20 “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.”

O diagnóstico de Laodicéia foi que ela era uma igreja desprovida da graça de Deus, miserável, pobre, cega e vergonhosamente nua. Que resultado aterrorizador para esta Igreja! Quão diferente de seu arrogante pensamento acerca de si mesma!

 

A IGREJA DE LAODICÉIA PENSAVA QUE ERA, MAS NÃO ERA!!!

 

 

3. COMO NOS AVALIARMOS HONESTAMENTE.

 

O salmista Davi nos dá uma lição de como devemos nos avaliar. Ele não pensava que era, mas clamava: “Sonda-me ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos e vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” (Sl. 139:23-24).

 

Mais uma vez no Salmo 26:2 convida o Senhor: “ Examina-me, SENHOR, e prova-me; esquadrinha a minha mente e o meu coração” (Sl. 26:2)

 

Quem dera essa fosse a nossa atitude como crentes!!!!

 

            O apóstolo Paulo escrevendo aos coríntios exorta-os: “Examina-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Cor. 13:5).

 

             Alicerçados sobre o que pensamos ser, muitas vezes nos surpreendemos lutando contra Deus.

Tem crente de todo tipo na Igreja pensando que é, quando na verdade se forem submetidos a uma avaliação de Deus veríamos no resultado: sábios aos seus próprios olhos; conformados com este mundo; enfermos na fé; promotores de dissensões e escândalos contra a doutrina; uns que deixam a graça de Cristo e vivem outro evangelho; outros metendo-se debaixo de jugo de servidão; outros mordendo e devorando uns aos outros; cobiçosos de vanglória; fazendo acepção de pessoas; levados por ventos de doutrinas; rebeldes e não reconhecendo os que trabalham na igreja; desordeiros; faladores; caluniadores; desobedientes a pais e mães e muitos outros tipos.

 

 


4. A AUTOJUSTIFICAÇÃO LEVA AO ORGULHO

 

            - A ovelha gorda Deus abate (Ez. 34)

            - A oração do fariseu e do publicano (Evangelhos)

            - A soberba precede à ruína e a altivez de espírito a queda (Provérbios)

            - Já estais ricos (I Cor. 4.8)

 

 

 

5. CONCLUSÃO

 

Que o exemplo da Igreja de Laodicéia sirva de lição para nós. Devemos sempre fazer um auto exame da nossa vida espiritual e sempre levar cativo à obediência de Cristo o nosso pensar, falar, sentir, proceder, permitindo desta forma o trabalhar de Deus nos moldando como vasos na mão do oleiro para chegarmos à forma desejada por Ele, e assim, vivermos no centro de Sua vontade, crescendo na graça e no conhecimento do Senhor Jesus. Devemos, ainda, como Davi pedir para que o Senhor nos sonde e veja se há algum caminho mau, retirando-os de nossa vida e guiando-nos pelo caminho eterno, para que não aconteça de deixarmos Jesus de fora batendo à porta querendo entrar.

 

Maceió/AL, 08 de agosto de 2005

 

Adailton Alves de Souza

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Friday, February 27, 2009

CONFERÊNCIA DE ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

CONFERÊNCIA DE ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: AD PINHEIROS (MACEIÓ-AL) 

Atenção professores e demais obreiros que lidam com a EBD!! Hoje e amanhã ocorrerá uma conferência de EBD na AD Pinheiros (Pr. Laelson). 

Palestrante: Pr. Altair Germano
Currículo: 42, pastor, teólogo (FATEADAL/FATEH), pedagogo (FUNESO), especialista em Educação Cristã (SPN), pós-graduando em Psicopedagogia (FUNESO), mestre em Pedagogia Cristã (FATECBA), mestrando em Teologia Pastoral (STPN), casado com Elizabeth, pai de Alvaro e Paulo. Presidente do Diretório Estadual de Pernambuco e membro do Conselho Consultivo da Sociedade Bíblica do Brasil, Secretário do Conselho de Educação e Cultura Religiosa da CGADB (CEC), Presidente do Conselho de Doutrina da UMADENE, Superintendente Geral da EBD da AD em Abreu e Lima - PE, Coordenador Pedagógico e Professor da FATEADAL. 

Temas e horários:: 
- A Escola Dominical e as Novas Tendências Pedagógicas (Sexta às 19h00 e Sábado às 14:00) 
- Os Benefícios da Escola Dominical para a Igreja Cristã (Sábado às 19h00) 

Para maiores informações: ASSEMBLÉIA DE DEUS NO PINHEIRO 
Endereço: Rua Coronel Lima Rocha, 682 - Pinheiro. Maceió - AL 
Telefone: (82) 9309-4240 Pastor: José Laelson da Silva
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Wednesday, February 18, 2009

Perseverar em oração


 

Se observarmos a vida de Jesus, veremos que Ele sempre reservou parte de Seu tempo para falar com o Pai através da oração. Ele sempre foi dedicado à prática da oração: “De manhã bem cedo, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou, saiu da cidade, foi para um lugar deserto e ficou ali orando” Mc. 1.35. Lucas ainda nos diz: “Porém Jesus ia para lugares desertos e orava” 5.16.

 

Reflita comigo: Se Cristo, o nosso Salvador, reservava parte de Seu tempo para a oração, não devemos também seguir o Seu exemplo? Precisamos imitar este bom hábito de nosso Mestre: o hábito de orar. Se desejarmos ter uma vida de vitórias, assim como Cristo, devemos regularmente, nos dedicar à oração: “…, perseverai na oração” Rm. 12.12.

 

Permita-lhe falar algo acerca de “perseverar em oração”. Muitas pessoas pensam que perseverar é o mesmo que “continuar repetindo”. Para justificar tal pensamento, fazem citação da parábola do juiz iníquo, o qual todos os dias, recebia em sua porta uma pobre viúva, pedindo justiça para a sua causa - Lc. 18.1-5.

 

Entretanto, vejamos o que significa perseverar: continuar; conservar-se firme e constante; permanecer; persistir; teimar; persistir num estado de espírito ou num sentimento; não mudar de intenção ou orientação. Em outras palavras, perseverar é acreditar até o fim; não perder a esperança. Em se tratando de oração, é pedir algo ao Senhor e confiar, acreditar que a oração foi ouvida e que será respondido, sem duvidar em momento algum, não importando as circunstâncias.

 

Vamos analisar a parábola acima citada. A pobre viúva procura o corrupto juiz e lhe pede: “Ajude-me e julgue o meu caso contra o meu adversário”. O juiz, a principio não quis atendê-la, afinal, ela era só uma pobre viúva. No outro dia, ela dirige-se à casa do juiz: “O meu adversário continua zombando de mim, faze-me justiça eu te peço”. Entretanto, ele faz pouco caso dela.

Imagine o que disseram os vizinhos dela? Podemos imaginar: “Desista desta causa, aquele juiz não irá atendê-la”. Entretanto, ela era perseverante, ela tinha esperança e não iria desistir da causa, enquanto não houvesse uma resposta.

No outro dia: “O senhor já marcou a audiência? Quando é que eu posso trazer as testemunhas?”. E de tanto insistir (perseverar), o juiz decide que, para se ver livre dela, julgaria a sua causa. A viúva havia sido perseverante e conquistado o seu objetivo. Ela não desacreditou em nenhum momento, de que o juiz pudesse resolver o seu problema.

Perseverar é não perder a esperança!!

 

Por que não citar o exemplo de Ana? Ana desejava ter um filho, porém, era estéril. Em uma das vezes que foi com o seu marido adorar a Deus, ela dirigiu-se á entrada do Tabernáculo e orou ao Senhor, pedindo-Lhe um filho.

A Bíblia relata que quando Ana saiu dali, o seu semblante já não era de tristeza, e sim, de alegria. Por quê? Simplesmente porque ela acreditava que Deus já havia respondido a sua oração. Com certeza ela já agradecia ao Senhor pela sua benção. “… e em todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração agradecido” Fp. 4.6.

 

Ana confiou que Deus lhe daria um filho, e confiou na sua benção. Ela apenas agradecia a Deus pela benção. Agradecer crendo é bem diferente de repetir pedidos, repetir orações “enlatadas”. Peça ao Senhor. Creia que Ele ouviu, afinal, os Seus ouvidos não estão tapados. E agora, não deixe a dúvida brotar em seu coração. Tão-somente agradeça pela resposta: “… se pedimos alguma coisa de acordo com a Sua vontade, temos a certeza de que Ele nos ouve” 1Jo. 5.14b.

“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia Nele, e tudo Ele fará. Descansa no Senhor e espera Nele” Sl. 37.5,7a. O que será que o salmista Davi quis expressar nestes versos? Que devemos fazer uma oração e confiar na resposta; entregar a Deus as nossas petições, e descansar Nele.

 

O Mestre já nos ensinava: “Nas suas orações, não fiquem repetindo o que já disseram, como fazem os pagãos” Mt. 6.7. Oração não é “decoreba”. O que Jesus nos ensinou? “Pedi, e dar-se-vos-á; batei, e abrir-se-vos-á” Mt.7.7.

Lamentavelmente, quando alguém lê este versículo, fala: “Pedi, pedi, e dar-se-vos-á; batei, batei, e abrir-se-vos-á…”. Na minha Bíblia está escrito “pedi”, e não “pedi, pedi”.

Ainda, acerca da oração, Paulo nos recomenda: “Antes, as vossas petições (orações) sejam em tudo conhecidas diante de Deus” Fp. 4.6. Mas, será que Deus conhece as nossas orações?

 

Muitos de nós preferimos deixar que outros apresentem a Deus as nossas necessidades. Torna-se muito mais fácil dizer-mos ás irmãs do circulo de oração, ou ao pastor da igreja: “orem por mim”.

Orar é, muitas das vezes, incômodo para nós. Deixamos, com muito prazer, que outros “ralem” os joelhos em nosso lugar. Sempre encontramos alguém para nos substituir. A desculpa? Como sempre, vamos buscá-la na Bíblia: “Levai as cargas uns dos outros…” Gl. 6.2.

 

É errado pedir aos outros que orem ao nosso favor? De maneira nenhuma! “Orai uns pelos outros” Tg. 5.15. Isto não significa nada mais que “ajudai uns aos outros em oração”. Ajudar não é levar sozinho, “porque cada qual levará a sua própria carga” Gl. 6.5.

Devemos ter uma vida pessoal de intimidade com Deus através da oração. Não deve, jamais, haver um substituto.

Existem coisas que ninguém pode fazer em seu lugar. E uma destas coisas é dedicar tempo ao Senhor.

 

 

AUTOR DO TEXTO: MOISÉS DUARTE

 

 

 

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Tuesday, February 17, 2009

Como, quando e porquê surgiu o Carnaval

Carros alegóricos, fantasias, mulheres nuas, samba, bateria. Bailes e  camisinha. Trio elétrico e blocos. As definições para o carnaval do Brasil são inúmeras, mas sempre acabam na mesma: é a maior festa popular brasileira. Brasileira? Nem tanto.

 

O Carnaval tem suas raízes antes do nascimento de Cristo, por volta do século IV a.C.. Embora não seja comprovado, muitos historiadores vêem o carnaval como uma celebração, inicialmente, egípcia. Era uma festa marcada por danças e cânticos ao redor de uma fogueira, onde se comemorava ou se pedia pela colheita agrícola. Com o passar do tempo, máscaras, adereços e orgias foram incorporadas à celebração. Em seu livro Carnaval, Hiram Araújo explica que a organização da sociedade em classes e hierarquias acentuou a libertinagem nas festas, como uma “válvula de escape”, um “culto ao corpo” sem culpa.

 

Entre as festas pagãs consideradas por alguns autores como o modelo etimológico do carnaval, está o culto a Dioniso, na Grécia e em Roma.

 

O mito Dioniso

 

Representado ora como o deus da cultura e do vinho, ora pelo bode ou ainda pela figueira, o deus da transformação era uma ameaça à Polis aristocrática do Olimpo, a habitação dos deuses. Por causa disso, foi expulso. Na Grécia, todos os anos, ela era saudado no início da primavera com uma festa que reunia danças, bebedeira, algazarra, sexo e violência.

 

Com a oficialização do culto a Dioniso (quatro por ano - um para cada estação), por volta do ano
600 a.C., camponeses e lavradores transportavam a imagem do deus em embarcações com rodas, com homens e mulheres nus em seu interior, numa procissão pelas ruas de Atenas onde a multidão que seguia o cortejo ia de máscaras, fazendo festa. A procissão terminava no templo, onde se consumava a hierogamia: o casamento do deus com a Polis inteira em busca de fecundação. Seguiam-se aí orgias e o sacrifício de um touro.

 

A Igreja e o carnaval

 

Depois de séculos onde as festas populares orgiásticas faziam parte das pautas de discussões da Igreja, em 590 d.C. o papa Gregório I incluiu o Carnaval no calendário eclesiástico. A Igreja passou então a tolerar a festa, e em alguns casos, a estimulá-la, mas de acordo com seus preceitos religiosos. O Carnaval era organizado com jogos, brincadeiras e corrida de cavalos e anões. Logo, cresceu e ganhou simpatia na Itália, França e Alemanha.

 

Em 1545, no Concílio de Trento, o Carnaval foi reconhecido como uma manifestação popular de rua importante, e em 1582, suas datas foram estabelecidas em definitivo. A festa, até hoje, obedece à regras que determinam a Páscoa dos católicos; o domingo de carnaval é sempre no 7o domingo antes do domingo de Páscoa.

 

Não coincidentemente, o carnaval é a porta de entrada da quaresma, o tempo de privação para os seguidores do catolicismo. Para alguns historiadores, o significado oposto das duas celebrações é que se atraem: enquanto uma (a quaresma) pregava abstinência de carne, sexo e diversão, a outra (o carnaval), permitia o desfrute exacerbado de tudo isso.

 

Hiram Araújo vê essa atitude clerical com o objetivo de “cristianizar” a festa, como a Igreja já vinha fazendo com outras manifestações pagãs. Estabeleceu, por exemplo, o dia 25 de dezembro como sendo o dia da comemoração do nascimento de Jesus, e essa era a época das festas greco-romanas.

 

Rei Momo

 

Personagem da mitologia greco-romana, Momo era o deus da irreverência, da bagunça e da alegria. Também expulso de Olimpo, era homenageado na Roma antiga durante os cultos a Saturno. Na celebração, o mais belo soldado era coroado como o rei Momo, que depois de uma noite reinando com festa, bebida e comida à vontade, era sacrificado no altar de Saturno.

 

No Brasil, o Rei Momo surgiu no carnaval carioca, em 1933, quando um boneco de papelão foi incorporado ao desfile como sendo o rei do Carnaval carioca. No mesmo ano, a idéia saiu do papel e um jornalista gordo foi às ruas vestido de monarca.

 

A palavra

 

A origem da palavra carnaval não tem uma única definição. Alguns pesquisadores defendem que surgiu nas mesmas festas a Dioniso, já que os carros que faziam a abertura da procissão eram os Carrum Navalis (carros navais). Outros acreditam que possa ter nascido quando a festa passou a ser realizada antes da quaresma, a partir de dialetos italianos que significavam “tirar a carne”.

 

Para pensar

 

Desde os primórdios, o Carnaval é uma festa dedicada única e exclusivamente aos prazeres carnais. Então, aos que se dizem cristãos, valem as palavras do apóstolo Paulo:

 

“…Os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. Ora, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça. E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus há de vivificar também os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai!” (Romanos 8:6-15).

 

De que lado você está?

 

Por: Rosana Salviano

 

Fonte:http://teresinagospel.com.br

 

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O TEU DEUS… ELE TE LIVRARÁ

Texto Bíblico: Daniel 6

Propósito Geral: Devocional

Tema Específico: Os efeitos da fidelidade.

Idéia Central do Sermão: O CRENTE FIEL DESPERTA NAS PESSOAS AO SEU REDOR UMA GENUÍNA ESPERANÇA EM DEUS.

O rei Dario esperava salvar seu amigo (vs 14), mas, não conseguiu. Foi a fidelidade de Daniel que despertou em seu coração uma genuína esperança em Deus (vs 16), quando todas as suas esperanças se revelaram falsas esperanças:

 

1) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA EM SEU PODER PESSOAL

Ele era o homem mais poderoso do mundo em sua época, no entanto, nem mesmo seu imenso poder foi capaz de salvar seu amigo.

Querer é poder?

2) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA NO PODER DO TEMPO

O rei tentou ganhar tempo, mas o tempo não foi capaz de salvar seu amigo.

Tudo se resolve com o tempo?

3) ERA FALSA A SUA ESPERANÇA NO PODER DO SISTEMA

Ele tentou “mexer os pauzinhos”, tentou usar o sistema que ele mesmo havia criado e sustentava, mas nem o sistema ou as “brechas do sistema” puderam salvar seu amigo.

Podemos confiar cegamente em nossos sistemas (financeiro, social, filosófico, pessoal, etc.)?

Após todas estas decepções, o rei diz para o seu amigo: “Daniel, meu amigo, eu não posso te salvar, mas tenho certeza que o teu Deus te livrará”

CONCLUSÃO:

Quando morrem as falsas esperanças, as pessoas que vivem ao redor dos crentes fiéis aprendem a colocar a sua esperança em Deus.

Autor do texto: Ir.  Jailson e Flavia Gomes

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Thursday, February 12, 2009

lIição 7 - Da derrota à vitória

TEXTO ÁUREO: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas do SENHOR” vem a vitória”

(Pv 21.31).

 

  VERDADE PRÁTICA: Fé em Deus e perseverança, em tempos de tribulação e desânimo, são os meios pelos quais Deus nos outorga a vitória.

 

HINOS SUGERIDOS 276, 299, 357

  

 LEITURA DIÁRIA

 SegundaGn 12.7,8         Abraão em cada lugar erguia um altar ao Senhor

 Terça    Gn 26.25              Isaque aprendeu a edificar altares ao Senhor

 Quarta Gn 33.20              Jacó levantou um altar ao Senhor

 Quinta Dt 27.4,5              A ordem para erigir um altar ao Senhor

 Sexta   Js 8.33,34            A bênção e a maldição relembradas

 SábadoDt 28.1-13           A obediência precede a vitória

 

Comentários:  já no início da Bíblia (Gn.8) vemos Noé construindo um altar (depois do dilúvio) com o propósito específico de oferecer sacrifícios ao Senhor e de adorá-lo.

Altar é lugar de adoração e de oferecer sacrifícios de louvores.

A leitura semanal nos mostra que desde cedo o povo de Deus aprendeu a construir altar para adorar a Jeová. Abraão estava disposto a oferecer diante do altar o que tinha de mais valioso na vida (seu filho Isaque); De igual modo, nós servos do Senhor devemos edificar um altar de adoração ao Senhor e nele oferecer nossas ofertas de louvor e gratidão a Deus e render-lhe adoração em espírito e em verdade, com um coração sincero.

Se por acaso nosso altar estiver quebrado, precisando de conserto, antes de oferecer nossas ofertas, devemos consertá-lo, tal como fez Elias: (1Rs. 18:30) “Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e restaurou o altar do SENHOR, que estava quebrado.”

 

  LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Josué 8.1-7.

 

Comentários: 

Versículo 1: “Então, disse o SENHOR a Josué: Não temas e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, e sobe a Ai; olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra.”

 

Enquanto Josué menosprezando o inimigo enviou apenas 3.000 homens, e foi vergonhosamente derrotado, Deus, no entanto, ordena que Jousé envie toda gente de guerra, ou seja, todo o contingente de valentes.

Isso nos mostra que nos entrentamentos da vida, devemos lutar com todo o potencial de fogo ao nosso dispor, sem subestimar o inimigo e nem tampouco menosprezar qualquer arma, por mais simples que pareça (quem diria que uma pedra e uma funda seria a arma certa pra derrubar o gigante?)

 

Versículo 2: “Farás, pois, a Ai e a seu rei como fizeste a Jericó e a seu rei, salvo que *para vós saqueareis os seus despojos e o seu gado; **põe emboscadas à cidade, por detrás dela..”

 

* Veja que nessa oportunidade o Senhor autorizou que os soldados ficassem com os despojos. Isto se deu porque a cidade de Ai não estava debaixo de proibição (conforme explicado na lição anterior). 

** Observe que a estratégia para se obter vitória, mais uma vez, foi dada por Deus. Josué somente teve que colocá-la em prática. Por isso o texto áureo diz com propriedade que o cavalo se prepara para a batalha, mas a vitória vem do Senhor (coloquei esse versículo em minhas apostilas quando estudava para um importante concurso. Resultado? Vitória e o nome de Deus glorificado!!)

 

 

  ENTENDENDO A ESTRATÉGIA: Vejamos como foi a estratégia militar que Josué utilizou: Durante a noite Josué enviou um grupo de soldados para o oeste de Ai (vv.3,4). No dia seguinte, pela manhã, conduziu um segundo grupo para o norte para distrair o exército da cidade. Quando o exército inimigo atacou o segundo grupo, estes recuaram fazendo com que a tropa de Ai os perseguisse enquanto o primeiro grupo invadia e atacava a cidade (vv. 5-8). Quando os homens de Ai viram a cidade em chamas, foram atacados pelos dois lados: por trás pelos homens de Israel que vinham da cidade e pela frente, pelo restante do exército de Israel que habilidosamente fugia, mas chegado o momento certo, viraram e investiram contra os homens de Ai. Pegos de surpresa e atacados por todos os lados, os homens de Ai são vencidos na batalha e a vitória é do povo de Deus. Acompanhe no mapa cedido pela CPAD:

 

 

 INTRODUÇÃO:   Da derrota e vergonha na primeira tentativa, o povo passou a vitória e benção na segunda investida contra Ai.

Veremos nesta lição como o povo de Deus conseguiu dar a volta por cima, e de derrotados, envergonhados e confusos, foram reanimados por Deus a prosseguir (depois de extirparem o pecado do meio da congregação), desta feita seguindo às ordens e estratégias do Senhor dos exércitos, Aquele que não perde batalha.

 

 

I - JOSUÉ REANIMADO POR DEUS (Js 8.1-17)

1. O Senhor assume o comando da conquista (Js 8.1). De Acã e sua família restaram um montão de pedras como memorial e o nome daquele lugar passou a se chamar Vale da Acor, que significa “degraça” ou “tribulação”.

Superadas as causas da derrota, o Senhor assume o comando e dá, pessoalmente,  instruções claras a Josué para novamente investir contra Ai. Com o Senhor à frente do negócio o desfecho foi bem diferente do anterior. (Jo. 15:5b) “porque sem mim nada podeis fazer.”

 

Lições Práticas:

- Sozinho e com nossos próprios métodos, não obteremos êxito nas batalhas da vida;

- Diante de uma derrota, precisamos buscar a de Deus e perseverar;

- Muitas lições podem ser extraídas de uma derrota.

 

2. O Senhor restaura a confiança de Josué (Js 8.1). O impacto da derrota de Israel diante dos homes de Ai foi tamanho que Josué se prostou diante da arca do concerto e foi questionar a Deus o porquê do fracasso.  O grande líder temia que a notícia daquela humilhante derrota chegasse aos ouvidos dos demais povos cananeus. (Js. 7:8-9 “Ah! Senhor! Que direi, pois Israel virou as costas diante dos seus inimigos? Ouvindo {isso,} os cananeus e todos os moradores da terra nos cercarão e desarraigarão o nosso nome da terra; e, {então,} que farás ao teu grande nome?”).

O Senhor então revela a Josué o motivo da derrota (pecado escondido de Acã) e ordena providências para restauração da comunhão. (Js. 7:12b) “não serei mais convosco, se não desarraigardes o anátema do meio de vós”.

Restaurada a comunhão, Deus então trata de animar a Josué: (Js. 8.1) “Então, disse o SENHOR a Josué: Não temas  e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, e sobe a Ai. olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra.

 

Lições Práticas:

- Nada como ouvira voz de Deus para recomeçar;

- Diante das adversidades da vida, não devemos desanimar, pois:  (Rm. 8:37) “em todas estas coisas somos mais do que vencedores por meio daquele que nos amou.”

 

3. Deus dá a estratégia da conquista (Js 8.2-8). Vemos Deus entregar a Josué uma habilidosa estratégia militar para a conquista da cidade de Ai (os detalhes já foram explicitados alhures).  Não é demais repetir: nas nossas lutas Deus é aquele que dá as estratégias e os meios para alcançarmos a vitória.

 

Lições Práticas:

- Está enfrentando grandes desafios e não sabe como proceder? Busque a Deus (especialmente em Sua palavra, a Bíblia Sagrada) e Ele lhe mostrará o caminho para a vitória, lhe entregando estratégias para lutar e vencer;

 

 

II - JOSUÉ ENTRA EM AÇÃO

1. A estratégia da conquista (Js 8.9-13). Uma sequência de ações coordenadas, bem planejadas e executadas com objetivos claros e predefinidos. Assim era a estratégia que o Senhor entregou a Josué. De igual modo deve ser nosso proceder diante dos embates da vida cristã e até secular: buscar de Deus a melhor estratégia; planejar, discutir a execução e  realizar com zelo e cuidado as etapas. O resultado não será outro: Deus dará vitória completa!

 

2. O Senhor assegurou a Josué a vitória (Js 8.18-27).  Deus deu ordem para que Josué empunhasse sua lança, e uma vez erguida,  estendesse sua mão na direção da cidade de Ai.  Este episódio lembra muito aquele descrito em êxodo 17, quando Moisés recebeu ordem idêntica de estender a sua vara enquanto Josué comandava o povo na batalha contra os amalequitas.  Na verdade ambos têm o mesmo significado: a vara ou a lança simboliza a liderança espiritual concedida por Deus a Moisés, naquela ocasião, e a Josué, nesta.

“Porque Josué não retirou a sua mão, que estendera com a lança, até destruir totalmente a todos os moradores de Ai”. Isso nos faz entender que duas são as frentes de batalha: uma espiritual e outra material. Enquanto travamos noss luta aqui no mundo físico, Deus ordena anjos para nos auxiliar e verdadeiros embates também são travados no mundo espiritual. 

 

Lições Práticas:

- Lembremos sempre que ao fazer um trabalho na obra do Senhor que envolva o resgate de almas, devemos fazer duas frentes de batalha: uma espiritual, orando e estendendo a lança da autoridade espiritual para vencer as hostes do mal e a outra frente material, física, no corpo a corpo, caindo em campo para evangelizar e ganhar as almas para o reino de Deus.

 

 

III - OS MEMORIAIS NO VALE DE ACOR E DO MONTE EBAL

 

1. O memorial no vale de Acor (Js 7.26). Aquele vale passou a ter esse nome depois da derrota do povo de Deus contra o exército de Ai, por causa do pecado de Acã. Acor significa em hebraico, “problema, “desgraça” ou “tribulação”. Naquele lugar foram mortos Acã e toda sua família e só sobrou deles um montão de pedras para lembrar o trágico fim de quem desobedece a Deus.

Mais tarde, Oséias profetiza da parte de Deus que aquele vale da desgraça seria transformado pelo Senhor em um vale da esperança para Israel. (Os 2.14,15).

 2. O memorial do monte Ebal (Js 8.30,31). Foi no Monte Ebal que Josué edificou um altar para agradecer a Deus pela vitória.

Interessante notar que Deus ordenou que eles deveriam usar pedras inteiras, não lavradas.  Isso se deu porque Deus queria preservar o povo de praticar idolatria ao manusear a pedra e transformá-la em algo parecido com alguma imagem de escultura. Diz a Bíblia de Aplicação Pessoal em sua página 288: “O altar deveria ser construído com pedras inteiriças, pois seria santo (Ex. 20.25). Isto impediria que as pessoas adorassem os santuários transformados em ídolos, ou venerassem a arte dos trabalhadores, ao invés das grandes obras de Deus.”

Segundo o autor da lição: “Esse era o modo de adoração que Deus requeria do seu povo: simples, natural, sem inovações humanas.”

 Muito embora a Bíblia expressamente declare que o altar foi erigido no Monte Ebal, os samaritanos divergem dessa verdade e alegam que o altar foi edificado no Monte Gerizim. Veja o que diz o dicionário bíblico: “O altar ao Senhor foi levantado em Ebal (Dt 27.2 a 8), tendo sido também ali colocadas pedras memoriais, com o fim de recordar a entrada dos israelitas na Terra da Promessa depois da queda de Jericó. Os samaritanos, contudo, sustentavam que o altar fora elevado no monte Gerizim - e mais tarde edificaram nele um templo, cujas ruínas ainda hoje se podem ver. A observação da mulher samaritana em Siquém diz respeito a este fato (Jo 4.20).”

 

3. O altar e a cópia da Lei em pedras (Js 8.31). Deus já havia dado ordens esclarecendo como deveria ser o altar e como Josué deveria ter o cuidado de ler a Lei do Senhor, dividindo o povo nos dois montes, metade das tribos em Ebal e a outra metade em Gerizim. (Dt. 27:4-6) “Será, pois, que, quando houveres passado o Jordão, levantareis estas pedras, que hoje vos ordeno,no monte Ebal, e as caiarás. E ali edificarás um altar ao SENHOR, teu Deus, um altar de pedras; não alçarás ferro sobre elas. De pedras inteiras edificarás o altar do SENHOR, teu Deus; e sobre ele oferecerás holocaustos ao SENHOR, teu Deus.”

É esclarecedora a leitura do dicionário bíblico: “Ebal e Gerizim são montes gêmeos, próximos um do outro, estando apenas separados por um profundo vale, em que ficava situada a cidade de Siquém, a moderna Nablus (Jz 9.7). Os dois montes são muito semelhantes em altura e forma. Mas o monte Ebal é desprovido de vegetação, ao passo que o monte Gerizim se acha coberto de bela verdura. Moisés ordenou que, quando os israelitas tivessem passado o rio Jordão, se dirigissem logo a Siquém, e se dividisse ali toda a multidão em dois corpos, cada um deles composto de seis tribos, sendo uma das partes colocada no monte Ebal e a outra no monte Gerizim. As seis tribos que estavam no monte Gerizim deviam proferir bênçãos sobre os que observassem fielmente a lei do Senhor, enquanto as outras seis anunciavam maldições contra os que a violassem (Dt 11.29 - 27.11 a 13 - Js 8.30,31).” 

 Aquele evento teve um imenso significado para nós hoje: A Palavra foi anunciada a todos de igual modo. O alerta então foi para a necessidade de observância (Tg. 1:27 - E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos), de modo que, simbolizando os que dariam ouvido a palavra, metade das tribos ficou no Monte Gerizim, local verde, cheio de vida e que simbolizava o “monte da benção”. De lá eles repetiram todas as bênçãos que sobreviriam àqueles que observassem a palavra de Deus. De outro modo, simbolizando aqueles que apenas ouviriam e não obedeceriam a palavra do Senhor, outra metade das tribos ficou sobre o Monte Ebal, local seco e sem vida e que simbolizava o “monte da maldição” e dele o povo repetiu as maldições que sobreviriam àqueles que muito embora ouvindo, não obedeceriam a palavra do Senhor. No meio dos dois montes um imenso vale. E igualmente importante, aqueles que estavam num e noutro monte deveriam ficar de frente uns para os outros, de modo que os que estivessem no Monte Ebal olhassem para os que estavam no Monte Gerizim e o mesmo deveria acontecer com os que estavam no Monte Gerizim (deveriam olhar para Ebal) e isso levaria um e outro a reflexão interior e a considerar a importância de está num e noutro lugar.

 Lições Práticas:

- Como diz a Palavra, o Senhor tem posto diante de nós a benção e a maldição. A benção se escolhermos obedecer a Palavra de Deus e a maldição se optarmos pela desobediência. Em que monte você está? Ebal ou Gerizim?

  

CONCLUSÃO

            Sair de uma derrota e conseguir obter a vitória é algo que depende da submissão e obediência ao Senhor.

Israel aprendeu em toda essa experiência que deveria em tudo consultar ao Senhor e que nunca deveria esquecer-se da Palavra do Senhor.

            As lições dos montes (Ebal e Gerizim) falam muito ao nosso coração. Terminemos, pois, refletindo sobre a proposta de Deus para mim e para você: (Dt. 11:26-28) “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: a bênção, quando ouvirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que hoje vos mando; porém a maldição, se não ouvirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes.

 A escolha é pessoal e as conseqüências são previamente conhecidas. Gerizim ou Ebal?

A paz do Senhor Jesus sejaq contigo!

Adailton Souza

  

  Achei ainda importante transcrever abaixo o texto da aplicação pessoal da lição:

APLICAÇÃO PESSOAL

                  O Senhor nosso Deus é o único capaz de transformar o vale de Acor em vale de esperança (Js 7.26; Os 2.14,15). O vale de Acor, literalmente, o “vale da desgraça e da tribulação” é símbolo da cobiça, egoísmo, soberba e materialismo de Acã. Também representa a tristeza e angústia que assolam a vida humana. É o vale da solidão, da tristeza, da ira, e da desesperança. Semelhante a Ai, é uma intrigante ilustração da “ruína” e do “monturo”. Todavia, a vontade do Senhor é transformar o vale da perturbação em “porta de esperança”, tristeza em alegria, o fracasso em vitória e o pecado em santidade. Seja submisso à Palavra de Deus e permita que o Senhor transforme o vale de Acor em “Porta da Esperança”.

 

Posted by Adailton Souza at 10:10:37 | Permalink | No Comments »

Tuesday, February 10, 2009

Lição Bíblica Digital - Gratuito


 

A CPAD está disponibilizando GRATUITAMENTE um aplicativo da lição bíblica (Jovens e Adultos).

 

O aplicativo contém:

Texto integral da revista Lições Bíblicas Mestre, em hipertexto, com todas as referências bíblicas vinculadas ao texto.

• Acesso integral ao texto bíblico. (Bíblia Completa)

• Dicas para o Professor - Professor em ação - artigo extraído da revista Ensinador Cristão

• Subsídio - artigo extraído da revista Ensinador Cristão

• Subsídios extras - conteúdo adicional produzido pelo Setor de Educação Cristã (On-line direto do site CPAD)

• Possibilidade de criar estudos personalizados, a partir do editor de textos utilizado em seu computador, através dos recursos copiar/colar, integrando os textos da revista Lições Bíblicas do Mestre com as passagens bíblicas e anotações específicas do professor.

• Glossário exclusivo

• Ajuda - passo a passo como utilizar

• Acesso On-line direto do site da CPAD

• Imagens e ilustrações para melhorar a compreensão com possibilidades de impressão.(On-line direto no site da CPAD)

• Plano de aula em slides (On-line direto no site da CPAD)

• Mapas e ilustrações (On-line direto no site da CPAD)

 

Aproveite e faça seu download:


Lição Bíblica - CPAD

Posted by Adailton Souza at 23:48:35 | Permalink | Comments (1) »

Saturday, February 7, 2009

Como Estudar e Interpretar a Bíblia

 Regra um

Estude a Bíblia partindo do pressuposto de que ela é a autoridade suprema em questões de religião, fé e doutrina.

Regra dois

Não se esqueça de que a Bíblia é a melhor intérprete de si mesma, isto é: a Bíblia interpreta a Bíblia.

 Regra três

Dependa da fé salvadora e do Espírito Santo para a compreensão e interpretação da Escritura.

 Regra quatro

Interprete a experiência pessoal á Luz das Escrituras e não as Escrituras á Luz da experiência pessoal.

 Regra cinco

Os exemplos bíblicos só têm autoridade prática quando amparados por uma ordem que os faça mandamento universal.

 Regra seis

O principal propósito da Escritura é mudar nossas vidas e não multiplicar nossos conhecimentos.

 Regra sete

Todo cristão tem o direito e a responsabilidade de interpretar pessoalmente as Escrituras, seguindo princípios universalmente aceitos pela ortodoxia bíblica.

 Regra oito

Apesar da importância da História da Igreja, ela não chega a ser decisiva na fiel interpretação da Escritura.Pois, a Igreja não determina o que a Bíblia ensina; antes a Bíblia é que determina o que a Igreja ensina. Por isto, a interpretação da Igreja só tem autoridade á medida em que esteja na mais absoluta harmonia com os ensinamentos da Bíblia como um todo.

 Regra nove

O Espírito Santo quer aplicar as promessas divinas, exaradas nas Escrituras, à vida do crente em todos os tempos.

Obs: Ao reclamara as promessas de Deus, tenha a mesma cautela que tem quando procura descobrir a vontade de Deus.

 Regra dez

A Escritura tem somente um sentido, e deve ser tomada literalmente.

Regra especial

Pergunte ao o próprio autor o que significa determinada passagem.Pois, ele estará ao seu lado.

 Questões a Considerar

Ao começar o estudo duma passagem das Escrituras, imagine-se um investigador ou detetive em busca de fatos e evidências, até mesmo os menores, que lhe possam levar a uma conclusão satisfatória. Para que isto se torne possível, levante as seguintes questões:  

 •          A quem foi escrito este livro?

          Qual foi o quadro de fundo que motivou o autor a escrevê-lo? (motivo)

          Qual foi a experiência ou ocasião que deu origem à mensagem deste livro?

          Quem são os principais personagens do livro?

         Isto posto, não se esqueça de que o seu objetivo é colocar-se no cenário do tempo em que o livro que está sendo estudado foi escrito, e sentir-se como os protagonistas da sua história.    

Autor do texto: Laelson Belo

 Fonte:  Como estudar e interpretar a Bíblia

Autor:  Raimundo de Oliveira

CPAD

Posted by Adailton Souza at 16:57:23 | Permalink | No Comments »

Lição 5: A maldição do pecado

Texto Áureo: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).

 Verdade Prática: O pecado escondido é revelado pela santidade de Deus, e punido por sua perfeita justiça.

 Leitura Bíblica em classe: Josué 7.1,5-7,11,12.

 

Objetivos:

Estabelecer uma relação entre o pecado pesoal e as consequências coletivas.

Justificar histórica e biblicamente a morte de Acã e sua família.

Explicar o texto de Rm 5.17-19.

  

Introdução

 Depois de uma sequência de vitórias, Israel experimenta uma vergonhosa derrota e precisa dela tirar preciosas lições.

Após estrondosa vitória sobre as indestrutíveis (aparentemente) muralhas de Jericó e os valentes que ali habitavam, o exército de Israel tinha agora sua frente a pequena cidade de AI. No enfrentamento do exército de Ai, Israel menosprezou o inimigo, não consultou a Deus e foi surpreendido por uma inesperada e humilhante derrota.

Tudo isto se deu porque havia algo que ficou mal resolvido no episódio de Jericó. O pecado oculto de Acã e suas consequências sobre todo o Israel será a objeto de nossa meditação nesta oportunidade.

 

Comentários da Leitura Bíblica  - Josué 7.1,5-7, 11,12.

 1 – E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel.

 a)    “Anátema”. O termo literalmente significa “maldição”. Também é definido como algo separado, consagrado a Deus.

b)    “Prevaricaram”. Prevaricar significa: faltar ao cumprimento do seu dever. O fato de o verbo se encontrar no plural aponta para o conceito de senso comunitário das tribos de Israel, ou seja, apesar de um só homem (Acã) ter cometido pecado, toda congregação de Israel foi considerada culpada.

c)    “rasgou as suas vestes”. Josué e os líderes rasgam as suas roupas e jogam pó em suas cabeças como sinal de profundo luto diante de Deus. Esta atitude revela humilhação por parte de Josué, diante do Senhor.   

  

I - O PECADO DE UM AFETOU A TODOS

 1. A ordem divina para Israel (Js 6.17,18).

 Comentários:

As leis de Israel para a posse dos despojos de guerra cobriam duas situações:

 1) cidades como Jericó que estavam debaixo da proibição de Deus (por causa do julgamento de Deus pela idolatria daquele povo) não poderiam ser saqueadas. O povo de Deus precisava ser santo e separado de todos aqueles objetos utilizados nas práticas idólatras daqueles povos.

 Veja o texto bíblico: (Dt. 20:16-18) “Porém, das cidades destas nações, que o SENHOR, teu Deus, te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida. Antes, destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos ferezeus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o SENHOR, teu Deus, para que vos não ensinem a fazer conforme todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o SENHOR, vosso Deus.

  2) Nas cidades que não estavam debaixo da proibição de Deus, como era o caso de AI (veremos na lição seguinte), o exército de Israel era autorizado a repartir os despojos de guerra. Estes restos serviam para prover o exército de comida (carneiros, bois, grãos etc), armas e outras coisas necessárias para o sustento em tempos de guerra.

 No caso de Jericó, as ordens de Deus eram claras para que ninguém se apropriasse de nada de lá e que tudo deveria ser destruído.

 Veja: (Js. 6.17-19) “Porém a cidade será anátema {ou consagrada (vide Lv 27-28; Dt 20-17} ao SENHOR, ela e tudo quanto houver nela; somente a prostituta Raabe viverá, ela e todos os que com ela estiverem em casa, porquanto escondeu os mensageiros que enviamos. Tão-somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito {ou anátema} o arraial de Israel, e o turveis. Porém toda a prata, e o ouro, e os vasos de metal e de ferro são consagrados ao SENHOR; irão ao tesouro do SENHOR.”

 Infelizmente, não foi isso que aconteceu, Acã, movido por ganância, apossou-se de alguns objetos e os escondeu (enterrou) em sua tenda, em frontal desobediência às ordens expressas de Deus. Escondeu de todos, menos de Deus, que tudo vê.

 “Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do SENHOR! Fazem as suas obras às escuras e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece?” (Is. 29:15) “Porque ele vê as extremidades da terra; {e} vê tudo {o que há} debaixo dos céus.” (Jó 28:24)

 As consequências do pecado de Acã foram desastrosas para ele e para todo o Israel.

 

Lições Práticas:

1)    Não devemos se apropriar daquilo que não nos pertence;

2)    Não devemos guardar em nossa tenda (lar) objetos utilizados para práticas idolátras ou de feitiçarias ou de qualquer outra coisa maldita;

3)    Não esqueçamos que nada escapa aos olhos de Deus;

4)    Não é sábio manter pecados ocultos. O melhor é confessar e não praticar mais.

 

2. O pecado de Acã (Js 7.1)

Comentários:

O nome Acã significa “perturbação”. E foi isso (perturbação) que seu pecado trouxe para ele e para Israel.

 Vejamos as consequências do pecado de Acã:

1)    Muitos soldados morreram na batalha (7.5);

2)    O exército de Israel desfaleceu de medo (7.5);

3)    Josué questionou a Deus (7.7-9);

4)    Deus ameaçou retirar sua presença do meio do povo (7.12);

5)    Acã e sua família foram mortos (7.24-26).

 

Lições Práticas:

1) Devemos ter sempre em mente que nossas atitudes podem prejudicar muitas pessoas além de nós mesmos, por isso devem ser medidas e pesadas;

2)  Devemos ter cuidado para não escandalizar o Evangelho e a Igreja de Cristo (Lc. 17:1);

3) Qualquer pecado, por menor que possa parecer, sempre traz perturbações de grandes proporções.

4) Para acã, as coisas deste mundo lhes fazia brilhar os olhos, mas do que as coisas divinas. Há pessoas que tem trocado as bençãos de Deus por pratos de lentilhas que o mundo oferece.

 

3. O caráter coletivo do pecado de Acã

 Comentários:

Por que o pecado de Acã trouxe o juízo de Deus para toda a nação?

A estrutura da soiedade daquela época levava em conta a unidade da família. Naquel época a família era tratada como um todo. A sorte que coubesse ao chefe da família, seria repartida com todos igualmente.

Isso nos leva a refletir que a igreja de Cristo também é uma unidade e a atitude de um pode comprometer todo o grupo.

 Lições Práticas:

1) O pecado de Acã ensina que o erro de um pode resultar no fracasso de todos os integrantes do grupo (Is 59.1-2).

  

4. A lição do pecado de Acã

 Comentários:

Muitas lições podem ser extraídas do pecado de Acã.

Vejamos algumas:

·         O pecado de Acã ensina que sem Jesus nós nada podemos fazer. Dependemos de Deus até para o projetos mais mais simples que vamos empreender.

 ·         O pecado de Acã ensina que nas pressões da vida corremos o perigo das reações precipitadas.

 ·         O pecado de Acã ensina que Deus exige santidade de Seus filhos.

 ·         O pecado de Acã ensina que Deus pode utilizar-se de métodos humanos para revelar verdades ocultas que desconhecemos.

  

II - A HUMILHANTE DERROTA DE ISRAEL

 1. Josué é surpreendido pela derrota (Js 7.3-5)

 Comentários: Na primeira vez que Josué lutou contra AI ele não consultou a Deus, mas confiou na força do seu exército e nas palavras de seus homens. Josué cometeu o erro de menosprezar o inimigo e não consultar ao Senhor antes de ir para a batalha. Só depois da derrota ele buscou a  Deus para questionar.

 Lições Práticas:

Mesmos nas coisa mais simples e que aparentemente são fáceis, devemos buscar a orientação de Deus e saber que só venceremos se Deus for conosco.

  

2. Jousé clama a Deus (Js 7.6-9)

 Comentários: Confuso em ver o famoso exército de Israel fugindo às carreiras diante do inimigo (que presumia-se seria vencido facilmente com apenas 3.000 homens), Josué foi abrir seu coração diante de Deus.

Josué orou a Deus expondo seus verdadeiros sentimentos e pensamentos.

Sentindo o peso da responsabilidade de líder, Josué buscou a Deus e o Senhor lhe animou, ordenando-lhe que levantasse e lhe fez saber a causa do problema, dando-lhe instruções claras para removê-lo do caminho.

 Lições Práticas: Oremos ao Senhor com franqueza de coração e Ele nos fará saber por que fomos derrotados e nos renovará as forças para na batalha seguinte vencer.

 

3. O pecado oculto é descoberto (Js 7.14,15)

Comentários: A prática de lançar sorte entre as tribos e famílias levou todo o povo de Israel a meditar no que havia ocorrido e ainda ficou demonstrado que Deus revela o pecado escondido diante de toda a congregação.

Interessante notar que Acã, mesmo acompanhando o processo de sorteio entre as tribos e famílias, permaneceu caladinho, não sinalizando que tivesse desejo de confessar e somente o fazendo quando já estava desmascarado por completo e sem saída.

  (Mt. 10:26) “Portanto, não os temais, porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se.”

 (Prov. 28:13) “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”

 Lições Práticas: Pecado escondido é um grande prejuízo.

 

CONCLUSÃO

O salário do pecado é a morte. (Rm. 6.23)

O pecado deve ser extirpado do meio do povo de Deus. Se é oculto deve ser confessado e deixado.

(Provérbios 28:13) O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que {as} confessa e deixa alcançará misericórdia.

 Vejamos o que aconteceu quando o povo de Deus extirpou o pecado do meio da congregação:

 1)    Encorajamento proveniente de Deus, tanto para Josué como para o povo (8.1);

2)    Presença de Deus na segunda batalha contra Ai (8.1);

3)    Direção de Deus e promessa de vitória (8.2);

4)    Deus dá estratégias e a vitória conquistada (8:1-21) 

 

Autor do texto: Adailton Souza

 Fontes: Bíblia de Aplicação Pessoal - CPAD

  

Para descontrair os alunos, texto retirado da internet que conta a história de Acã em verso.

 

Quando o povo de Deus saiu para guerrear

E perdeu a batalha

Josué preocupado foi falar com Deus:

“Onde está nossa falha?”

 

E rasgou seus vestidos diante de Deus

Me responda, porque o povo pereceu

Israel pecou, quebrou o concerto

O Senhor respondeu

 

Josué convocou todo o povo e então

Ali em cada homem fez a revisão

O Senhor revelou

Pecado escondido na congregação

 

Pois onde tem pecado o Senhor não opera

O povo batalha, mas perde a guerra

 

Um homem em pecado

Pode atingir toda a congregação

Mas tem homem de Deus aqui neste lugar

Pecado encoberto não pode ficar

Deus mostra o pecado

E o que está escondido, Ele vai revelar

 

Deus havia falado para não pegar nada

Lá em Jericó

Porém teve um homem

Que aquele tesouro muito desejou

E tomando a capa para esconder

Esquecendo que Deus a tudo pode ver

Ele revela para os seus profetas e o faz saber

 

O pecado não estava na capa de Acã

Porém na atitude que ele cometeu

Desobediente quebrou o concerto

Firmado por Deus

 

A desobediência de Acã

Resultou sofrimento e morte

Foi queimado no fogo

Apedrejado também pelo povo

Isso é muito sério, porém é real

Pecado encoberto Deus não vai deixar

Tem homem ungido no meio do povo

Ele vai revelar

 

Hoje Deus vai fazer uma obra entre nós

Garanto não vai deixar para amanhã

Hoje Deus vai queimar

Se houver entre nós o pecado de Acã.

 

Autora do Texto: Márcia Bandeira

Posted by Adailton Souza at 01:41:23 | Permalink | Comments (1) »

Friday, February 6, 2009

Modelo de carta-convite para EBD

LOCAL, DATA.

 

Querida irmã NOME DA IRMÃ,

 

Ficamos surpresos ao descobrir que você ainda não está matriculada na Escola Bíblica Dominical!

 

Você sabia que é na Escola Dominical que você:

 recebe o genuíno e sadio alimento espiritual que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico e continuado da Palavra de Deus?

 cresce e se desenvolve através do estudo da Palavra de Deus?

 adquire uma fé mais robusta e madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades da Obra de Deus?

 desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão?

 aprende e realiza a evangelização?

 aprende a amar e cooperar com a obra missionária?

 tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois é o momento para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos?

 se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor; e os casais aperfeiçoam a vida conjugal?

 tem sua vida espiritual avivada, porque onde a palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece?

 

Sendo assim, te convidamos a participar da Escola Bíblica Dominical, que acontece aqui mesmo na nossa igreja todos os domingos, iniciando às 09 horas. As aulas têm uma duração de aproximadamente uma hora. Há uma classe especial pra você: a CLASSE XXXX. Portanto, se você vier com o desejo de aprender a palavra de Deus, sairá alimentado e sua alma se fartará com o maná do céu. Além do estudo da Palavra, temos tido o cuidado de ter atividades diversificadas, dinâmicas, textos para reflexão, brincadeiras, brindes… enfim, nossas aulas são dinâmicas e interessantes (pelo menos a maioria acha!).

Dessa forma, esperamos poder te ajudar a vencer as dificuldades para que já no próximo domingo possamos ter você como aluna assídua da Classe XXXXX.

 

Até breve,

A paz do Senhor,

 

Nome dos professores

Posted by Adailton Souza at 20:19:12 | Permalink | Comments (1) »